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O Big Data pode salvar as empresas da crise?

Em um quadro de instabilidade econômica, engajamento e personalização podem ser fortes aliados das empresas. O bom relacionamento com o consumidor é crucial nesse momento.

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Em um quadro de instabilidade econômica, engajamento e personalização podem ser fortes aliados das empresas. O bom relacionamento com o consumidor é crucial nesse momento – algo que pode ser potencializado por um conceito já muito debatido: o Big Data.

Élcio Santos, sócio diretor de negócios da AUNICA, lembra que, para colocar o conceito em prática de forma ampla, este tipo de projeto necessita primordialmente de três coisas antes de começar a colher os resultados esperados e de forma consistente: 

- Orientação estratégica e apoio irrestrito do top management das organizações;
- Investimentos em produtos, processos e pessoas;
- Investimento na curva de adoção da nova filosofia.  

Fora isso, as empresas podem investir em projetos pontuais que podem a melhorar seus resultados em várias frentes:

- Investimentos em mídia, contact center e personalização do conteúdo (serviços, produtos e ofertas dirigidas) aos diferentes grupos de usuários;
- Governança dos dados que permita uma tomada de decisão mais precisa;
- Distribuição destas informações para diferentes stakeholders, em que cada um só receba aquilo que lhe permita analisar e tomar decisões rápidas, envolvendo desde o presidente até os analistas da empresa.

Em entrevista à B2B Magazine, Santos ressaltou a importância de as organizações agirem de fato – em vez de apenas planejarem suas estratégias de Big Data, bem como destacou pontos cruciais para os executivos que ainda têm dúvida quanto à relevância do conceito. 

Quais são as melhores estratégias para aplicar o Big Data de forma otimizada? Elas podem ser aplicadas a todos os tipos de negócio?

A melhor estratégia é fazer. O que sua empresa efetivamente tem feito a esse respeito além de discussões intermináveis que não levam a nada prático?

Cada empresa inserida em uma determinada indústria tem desafios a serem superados e que afloram muito em momentos de crise. Logo, ter criatividade para encontrar uma saída onde todos só veem problemas é fundamental.

A criatividade é o que diferencia as empresas que ditam daquelas que seguem tendências. Para não ficar só na teoria, as empresas podem utilizar as redes sociais como um grande laboratório de pesquisas, buscando entender não apenas o que os consumidores acham da sua empresa, mas identificando também desejos e necessidades que foram expressos publicamente e ninguém se deu conta. 

Isso pode oferecer subsídios para que uma indústria desenvolva um protótipo ou até mesmo teste um produto em fase final utilizando as redes sociais. Esta é uma forma efetiva de usar dados que estão à disposição das empresas e que passam despercebidos no dia a dia.

Um exemplo prático disso foi feito pela Pepsi, que, alguns anos atrás, soltou na web três comerciais diferentes para a avaliação do público e com base no engajamento em cada comercial, ela escolheu um e o utilizou na final do super bowl. Uma estratégia simples, interativa, inteligente e efetiva.

Outros assuntos tambem foram abordados na entrevista, para saber mais, veja a matéria na integra.

Clique para ler a matéria na interga na B2B Magazine




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